“Lo! Cintra’s glorious Eden” – A Day in Sintra

Como apaixonada por Sintra, não pude deixar de gostar deste interessantíssimo “post”.

miladysboudoir

Here you will see that Lord Byron’s declamation still holds true today!

Our walk continued from Praia Grande for a further two days. We continued up the coast as far north as Praia de Magoito where the Sintra natural park ends and then turned inland away from the ocean views to the wine growing area of Colares. The town of Colares was  where we spent the next night and our journey on foot continued the next day to Sintra itself via a long stop at the wonderful Palace and Gardens of Monserrate.

Monserrate Gardens

In the Gardens at Monserrate

Entrance Gate to Sintra

Former Entrance to Sintra

So, on the afternoon of the fifth day of walking we arrived at one of the former town gates and soon reached the famous Lawrence’s Hotel right in the old town of Sintra.

Lawrences

This hotel is the oldest in Spain and Portugal and (I believe) the second oldest…

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O Antigo Sanatório da Covilhã

O Sanatório da Covilhã

Li, há pouco, no blog Covilhã, Cidade Fábrica, Cidade Granja um excelente artigo sobre o antigo Sanatório da Covilhã. É que, há dias, comecei a interessar-me pela história dos sanatórios em Portugal (que não sei se já alguém a escreveu).

Este artigo contém um elucidativo video que resume a história deste imóvel.

Fiquei também a saber que a Enatur adquiriu do dito imóvel que brevemente abrirá como uma belíssima pousada.

Antigo sanatório com luz verde para pousada – Portugal – DN.

A futura Pousada da Serra da Estrela

Agra

A aldeia de Agra fica a cerca de 50 quilómetros de Braga — mas nada, no seu cenário, parece indicá-lo. À entrada, passa-se pela ponte românica da Parada que atravessa o rio Ave (nasce ali perto). Chovia torrencialmente e a aldeia surgiu como uma obra do impressionista Manet: as casas típicas, feitas de pedra, preenchiam as ruas estreitas, com latadas suspensas nas cordas da chuva e luzes foscas a tremeluzirem aqui e ali. A pequena igreja de São Lourenço, bem no meio da povoação, abria a porta com uma quente promessa de aconchego sereno, mas decidimos rodear o cruzeiro, roçando as Alminhas a escorrer água e, por mais ruas estreitas, regressar à estrada principal, entre muros de pedra solta e escura, onde passavam algumas vacas, tão encharcadas pela chuva que pareciam pintadas a pastel.

Classificada como Aldeia de Portugal em 2005, Agra é um pequeno conjunto de casas tradicionais daquela zona montanhosa, com alguns exemplos — as casas de Fundevila (1803), do Cruzeiro (1879), das Cortinhas (1678) e do Cabo (1748) — perfeitamente preservados, a constituírem alguns dos pólos de atracção da povoação. Cercada por campos verdes e árvores centenárias, Agra é um hino à natureza no seu mais puro estado, prenhe de silêncio, onde apetece descansar e ficar ali, quieto, olhando o vento nas ramadas frementes e cheirar a serra — da Cabreira — mesmo ao lado.

Texto e imagem retirados do site “AutoanDRIVE“.