Pleuroutus e outros cogumelos silvestres

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Cogumelos silvestres

Amanita curtipes (nome comum desconhecido)

Pode confundir-se com a variedade Russula

Amanita gemmata (nome comum desconhecido)

Cogumelo a rejeitar para uso culinário

Amanita muscari (nome comum – amanita mata moscas, mata bois, frades de sapo)

Tóxico

Amanita rubescens (nome comum – amanita vinhosa, pé vermelho)

Devem ser tomadas precauções quer mo recolha, quer na confecção. Nunca devem ser consumidos crus. Devem ser muito bem cozinhados. Se não se tiver a certeza, rejeitá-los pura e simplesmente. Susceptível de confusão com o A. pantherina. O Amanita rubescens tem uma percentagem de hemolosinas superior ao mortal A. phaloides.

Astraeus hygrometricus (nome comum – estrela da terra)

Sem valor gastronómico

Cantharellus cibarius (nome comum – cantarelas, canários, gema de ovo, sanchas)

Muito bom para usos culinários. Contém oito tipos de aminoácidos benéficos para a saúde humana e vitamina A. Existem dois tipos de cogumelos semelhantes, o falso cantarelo (hygrophoropsis aurantiaca) que é…

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“Lo! Cintra’s glorious Eden” – A Day in Sintra

L.Garcez:

Como apaixonada por Sintra, não pude deixar de goster deste interessantíssimo post.

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Here you will see that Lord Byron’s declamation still holds true today!

Our walk continued from Praia Grande for a further two days. We continued up the coast as far north as Praia de Magoito where the Sintra natural park ends and then turned inland away from the ocean views to the wine growing area of Colares. The town of Colares was  where we spent the next night and our journey on foot continued the next day to Sintra itself via a long stop at the wonderful Palace and Gardens of Monserrate.

Monserrate Gardens

In the Gardens at Monserrate

Entrance Gate to Sintra

Former Entrance to Sintra

So, on the afternoon of the fifth day of walking we arrived at one of the former town gates and soon reached the famous Lawrence’s Hotel right in the old town of Sintra.

Lawrences

This hotel is the oldest in Spain and Portugal and (I believe) the second oldest…

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Doçi Papiaçam di Macau

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Também chamado de crioulo macaense, macaísta chapado ou simplesmente patuá. É uma língua de base portuguesa originada em Macau, por volta do século XVI. Segundo o Wikipédia,  hoje em dia já poucos milhares dominam a língua, ela que em tempos terá sido muito importante para a comunicação entre macaenses, chineses e portugueses. Como? Misturando influências de ambas. Mais uma pitadinha de malaio ali, outra de cingalês ali, inglês, tailandês, espanhol e algumas borrifadelas de línguas indianas. O resultado fala por si:

Masqui ramendá unga tosco bote,
Largado na mar co ónda picánte,
Quim pôde isquecê acunga dote
Qui já dá vôs grandura di gigánte!
Pa quim buscá luz, vôs sandê candia;
Quim passá fome, vêm aqui têm pám;
Pa quim ta fuzi, susto ventania,
Vôs dá teto co paz na coraçám.

O poema é de José dos Santos Ferreira, um dos poucos poetas locais a utilizar o…

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Dois Cinemas, Dois Destinos

Quando já tudo parecia indicar que o seu destino seria o camartelo, o edifício do antigo cinema Águia d’Ouro renasce das cinzas (mesmo que só a fachada) e dá lugar a um hotel.

Quando o cinema ainda funcionava.

Quando o cinema ainda funcionava.

De 1989 a 2011 esteve neste estado.

De 1989 a 2011 esteve neste estado.

E agora de cara limpa.

E agora de cara limpa.

Existe um artigo mais completo no site Cinemas do Porto. Poderá também ser consultado o site do hotel.

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A poucos passos do Águia d’Ouro fica o antigo Cinema Batalha. Até há poucos meses, o destino deste edifício emblemático da Baixa portuense parecia incerto. Classificado como imóvel de interesse público, sòmente em Novembro do ano passado, esta obra assinada pelo arquitecto Artur Andrade e inaugurada em 1947 é de grande originalidade e beleza estetécticas.

Quando o Batalha era cinema.

Quando o Batalha era cinema.

Foi com satisfação que, ao procurar dados para este artigo, dei com a notícia de que o Batalha foi salvo e, ainda por cima, com dignidade.

Devo ressalvar, que este foi talvez o cinema que mais frequentei na minha infância e do qual tenho agradáveis recordações, bem como lembranças ainda bastante vivas do seu belo interior.

Pois bem, o Batalha vai, muito em breve, passar a ser a Casa do Cinema do Porto. Bela iniciativa e feliz escolha! O Porto bem a merece, já que foi por ele (através de Aurélio Paz dos Reis) que o cinema entrou em Portugal e aqui nasceu e fez seus primeiros filmes o nosso maior cineasta que aliás se irá envolver na criação desta intituição.