“Lo! Cintra’s glorious Eden” – A Day in Sintra

L.Garcez:

Como apaixonada por Sintra, não pude deixar de goster deste interessantíssimo post.

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Here you will see that Lord Byron’s declamation still holds true today!

Our walk continued from Praia Grande for a further two days. We continued up the coast as far north as Praia de Magoito where the Sintra natural park ends and then turned inland away from the ocean views to the wine growing area of Colares. The town of Colares was  where we spent the next night and our journey on foot continued the next day to Sintra itself via a long stop at the wonderful Palace and Gardens of Monserrate.

Monserrate Gardens

In the Gardens at Monserrate

Entrance Gate to Sintra

Former Entrance to Sintra

So, on the afternoon of the fifth day of walking we arrived at one of the former town gates and soon reached the famous Lawrence’s Hotel right in the old town of Sintra.

Lawrences

This hotel is the oldest in Spain and Portugal and (I believe) the second oldest…

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o “primus inter pares”, por ssru

Originally posted on ssru . sociedade secreta de reabilitação urbana:

Quem assistiu às suas aulas, recorda com saudade o colossal génio de um homem carinhoso. A nossa última aula permanece ainda gravada na memória colectiva, sobretudo aquela ovação final da sala em pé, que estremeceu todos os corpos vivos. Ter tido o privilégio de entrar em sua casa foi quase deambular num santuário onde se respirava a verdade do Universo. O Mestre Fernando Távora era tudo isto e muito mais!

O mês de Outubro é o tempo de celebrar a arquitectura e relembrar Távora. Os Arquitectos Portugueses reconhecem a sua genialidade, a Universidade do Porto considera-o uma Figura Eminente, mas o Porto ainda lhe deve o tributo merecido. Como ele escreveu: “Deixar morrer a cidade portuguesa, como vem acontecendo no nosso quotidiano, é um acto de suicídio colectivo”.

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“Fernando Távora Homenageado como Figura Eminente 2013”, in UPORTO Alumni 18

Anualmente, a U.Porto celebra um dos seus primus…

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Doçi Papiaçam di Macau

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Também chamado de crioulo macaense, macaísta chapado ou simplesmente patuá. É uma língua de base portuguesa originada em Macau, por volta do século XVI. Segundo o Wikipédia,  hoje em dia já poucos milhares dominam a língua, ela que em tempos terá sido muito importante para a comunicação entre macaenses, chineses e portugueses. Como? Misturando influências de ambas. Mais uma pitadinha de malaio ali, outra de cingalês ali, inglês, tailandês, espanhol e algumas borrifadelas de línguas indianas. O resultado fala por si:

Masqui ramendá unga tosco bote,
Largado na mar co ónda picánte,
Quim pôde isquecê acunga dote
Qui já dá vôs grandura di gigánte!
Pa quim buscá luz, vôs sandê candia;
Quim passá fome, vêm aqui têm pám;
Pa quim ta fuzi, susto ventania,
Vôs dá teto co paz na coraçám.

O poema é de José dos Santos Ferreira, um dos poucos poetas locais a utilizar o…

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O Mercado do Campo de Santa Clara (Lisboa)

Enquanto lisboeta e amante da Arquitectura do Ferro do séc. XIX, é lamentável nunca ter reparado neste mercado em tampouco na sua linda entrada principal.

Partilho aqui um excelente artigo do blog “Ruas de Lisboa com alguma História” sobre o referido edifício.

http://aps-ruasdelisboacomhistria.blogspot.pt/2011/01/campo-de-santa-clara-ii.html?showComment=1403045482086&m=1#c7247000542498531710

Ventura Terra numa Avenida do Bairro Jardim a Telheiras

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na «Ilustração Portuguesa» de 04.07.1904

na «Ilustração Portuguesa» de 04.07.1904

O arquitecto Miguel Ventura Terra que almejou 4 Prémios Valmor, dá nome a uma Avenida do Bairro Jardim a Telheiras, a que era a Avenida nº 6, desde a publicação do Edital de 31/03/1932.

O mesmo edital consagrou no mesmo Bairro, o 1º Director do Instituto de Cegos de Lisboa, Branco Rodrigues na Rua A e, o músico Filipe Duarte, na Rua B.

Miguel Ventura Terra (Seixas do Minho/14.07.1866 – 30.04.1919/Lisboa) estudou Arquitectura, Pintura e Escultura na Academia Portuense de Belas-Artes (1881-1886), tendo de seguida ido para Paris, como pensionista do Estado na classe de Arquitectura Civil, onde frequentou a École des Beaux-Arts (recebendo o diploma de arquitecto de 1ª classe) e o atelier do arquitecto Victor Laloux.

Da sua vasta obra destacamos o que projectou e foi erguido na cidade de Lisboa: a remodelação da Câmara dos deputados (1896); o pedestal do monumento ao Marechal…

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